o que é a economia da atenção

proteger a tua atenção é um ato de rebeldia

A Economia da Atenção reconhece que a tua atenção não é infinita, mas um recurso escasso e valioso.

Num mundo saturado de informação, o que falta não é conteúdo, é tempo e disposição das pessoas para o consumirem. 

Por isso, a tua atenção tornou-se a moeda de troca mais cara da atualidade.

Para Herbert Simon, a riqueza de informação cria pobreza de atenção

Quanto mais vídeos, e-mails, notificações de iPhone e posts existem, menos tempo tens para cada um. Logo, as empresas têm de lutar agressivamente por cada segundo do teu foco.

Neste modelo de negócio, tu és o produto!

Apps como o Instagram, TikTok ou YouTube são "gratuitas" porque não pagas com dinheiro, pagas com a tua atenção.

  • Captam o teu tempo.
  • Vendem esse tempo aos anunciantes.
  • Quanto mais tempo passares na app, mais anúncios vês e mais lucro eles geram.

Engenharia da Persuasão

Para manterem o teu foco, as plataformas usam técnicas de design psicológico (conhecidas como Dark Patterns):

  • Infinite Scroll (Scroll Infinito): Nunca chegas ao fim da página, por isso não tens um sinal de paragem.
  • Notificações: desenhadas para te trazer de volta à app sempre que te afastas.
  • Algoritmos de Recomendação: Mostram-te exatamente o que sabem que vais gostar (ou o que te vai indignar), para não largares o ecrã.

Consequências

  • Fragmentação do foco: Sentes dificuldade em ler um livro ou ver um filme, sem olhar para o telemóvel.
  • Fadiga Mental: O teu cérebro está constantemente a ser bombardeado por estímulos, o que gera cansaço e ansiedade.
  • A perda da "Soberania": Muitas vezes abres o telemóvel para ver as horas e, 20 minutos depois, estás a ver vídeos sem saber como lá chegaste.

 

Já alguma vez sentiste que estás a desperdiçar o teu precioso tempo no telemóvel?

 

criação de um podcast Humanidade versus tecnologias ética e sustentabilidade

 podcast educar321.blogspot.com
um podcast tem em média 150 palavras por minuto.


1. o representante do grupo, na pasta Outros, dentro do teu nome e apelido cria uma subpasta com o nome 090 Podcasts Humanidade

2. o representante do grupo clica aqui, descarrega o ficheiro, move-o para a pasta 090 Podcasts Humanidade


3. o representante do grupo partilha  a pasta 090 Podcasts Humanidade com os restantes elementos do grupo e os elementos movem-na para a sua pasta Outros


4. em grupo, cada elemento cria um texto para cada título do ficheiro.
Como o objetivo deste exercício é aprender a criar podcasts, não desenvolver a escrita, podes:
  • escrever o teu próprio texto
  • pesquisar na Internet
  • usar a IA 
    • (prompt: quero um texto com 200 palavras, em português europeu, sobre:  inserir o título)

5. insere os textos, sem formatação, no ficheiro 090 Humanidade versus tecnologias.


6. clica em http://texttovoice.org
  • Coloca o texto em Input Text
  • All Language escolhe Portuguese (Portugal)
  • Seleciona a voz feminina ou masculina (se não estiver selecionada, sai português do brasil)
  • Generate Audio
  • Download

7. regressa a https://pixabay.com
  • na Pesquisa escreve Jingles e seleciona Music
    • Jingle é música curta que identifica o podcast, cria marca e reconhecimento sonoro.
  • escolhe e descarrega um jingle a teu gosto. Se tiver mais de 10 segundos, terás de o cortar.

8. clica aqui, descarrega o Audacity, instala-o e insere o jingle:
  • corta o som para ficar com duração de 3 a 8 segundos
  • se necessário, coloca fade in (Efeitos, Fading) nos primeiros 3 segundos.
  • coloca fade out nos últimos 3 segundos
  • grava o ficheiro, na pasta 090 Podcasts Humanidade, com o nome jingle trabalhado.

9. abre um novo trabalho no Audacity (file, new), insere o ficheiro de voz e o jingle no início e no fim.


10. na pasta 090 Podcasts Humanidade cria a pasta 090 voz e exporta, para essa pasta, o mp3 final com o nome 01 nome título voz data



11. clica em https://pixabay.com
  • Na Pesquisa escreve Slow Music, seleciona Music 
  • Procura uma música a teu gosto para colocar por baixo da voz
  • Descarrega-a.


12. Abre um novo documento no Audacity
  • Insere o ficheiro com o jingle
  • Coloca a música calma por baixo
  • Baixa o som da música para cerca de -25, para se ouvir baixinho, sobre a voz.
  • Se for preciso duplica a música para cobrir todo o podcast.
  • Em 090 Podcasts Humanidade, cria uma subpasta com o nome 070 Podcast final
  • Exporta a mistura
    • em formato escolhe mp3
    • grava-a com o nome 01 nome título final data (exemplo 01 como a tecnologia final 01-06-2026)


13. repete o mesmo procedimento para todos os títulos



 

reencaminhar e-mails do Postfix para o gmail

1. obtém o código de 16 dígitos na Google, para configurar o Postfix, pois a Google não aceita a password normal por segurança.


2. inicia o Ubuntu, entra no administrador e instala os seguintes pacotes
  • sudo apt update && sudo apt install libsasl2-modules -y



3. configurar as credenciais no Postfix
  • sudo nano /etc/postfix/sasl_passwd – cria o ficheiro com os teus dados de acesso para o Postfix se autenticar na Google.
  • escrever lá dentro:
    • [smtp.gmail.com]:587 o_teu_email@gmail.com:as_16_letras_da_google (insere as 16 letras seguidas, sem espaços)
  • guarda e sai 
    • ctrl+o, enter, ctrl+x

4. protege o ficheiro 
  • sudo chmod 600 /etc/postfix/sasl_passwd

5. cria o mapa
  • sudo postmap /etc/postfix/sasl_passwd - traduz um ficheiro de texto normal numa linguagem que o Postfix consiga ler de forma ultra-rápida.


6. configura o Relay no main.cf, o servidor para onde o Postfix envia o email, em vez de o entregar diretamente ao destino final. Diz ao Postfix para enviar os e-mails através do servidor da Google.
  • sudo nano /etc/postfix/main.cf
  • se o ficheiro tiver uma linha com relayhost = apaga-a
  • insere, no final do ficheiro, este bloco de texto
    • relayhost = [smtp.gmail.com]:587
    • smtp_sasl_auth_enable = yes
    • smtp_sasl_password_maps = hash:/etc/postfix/sasl_passwd
    • smtp_sasl_security_options = noanonymous
    • smtp_tls_security_level = encrypt
    • smtp_tls_CAfile = /etc/ssl/certs/ca-certificates.crt

7. reinicia o serviço
  • sudo systemctl restart postfix


8. reencaminha os e-mails enviados para aluno4, levando o Postfix a desvia-lo  e entregá-lo no Gmail
  • sudo nano /etc/aliases
  • adiciona no fim: 
    • aluno4: aluno4, o_teu_email_real@gmail.com   - envia para o aluno4 e gmail
  • sudo newaliases - atualiza o sistema

9. envia um e-mail para o aluno4 
  • mail -s "E-mail 1 do Postfix" aluno4
  • cc - deixa em branco
  • E-mail do Postfix
  • ctrl+d

10. verifica se ele está na conta aluno4
  • su - aluno4
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail repetido)
    • ctrl+z

11. envia um e-mail direto para o Gmail 
  • mail -s "E-mail 2 do Postfix direto para o google" o_teu_email_real@gmail.com
  • cc - deixa em branco
  • E-mail do Postfix
  • ctrl+d

12. para seres avaliado:
  • pergunta o e-mail do teu professor e envia-lhe um e-mail do teu Postfix
  • abre a tua conta de e-mail e chama o professor para te avaliar













envia um e-mail com um anexo no Postfix

1. entra na área de um administrador

  • getent group sudo - mostra todos os administradores
  • su - heleno - substitui heleno por um dos teus administradores


2. instala o pacote

  • sudo apt update && sudo apt install sharutils -y
    • sudo apt update - não instala nenhum programa; apenas atualiza a "lista de compras" do Linux e contacta os servidores para saber quais são as versões mais recentes dos programas disponíveis
    • sharutils - conjunto de ferramentas para converter ficheiros em formatos seguros para viajar por e-mail
    • && - junta dois comandos na mesma linha
    • -y -  diz yes a tudo sem parar a meio para te perguntar


3. entra na área do aluno1

  • su - aluno1
  • password

4. cria o ficheiro parabéns para anexares

  • nano parabens
  • escreve:
    • Olá.
    • Escrevo esta texto num ficheiro em anexo.
    • Desejo-te um excelente dia de aniversário.
    • Nome Apelido
  • crtl+o
  • enter
  • ctrl+x


5. envia um email para o aluno5 com o ficheiro parabéns em anexo


uuencode documento.pdf documento.pdf | mail -s "Aqui está o anexo" aluno4


  • mail -s "Parabéns" -A parabens aluno5 - insere o assunto do e-mail e anexa o ficheiro parabens
  • surge Cc: prime enter e escreve:
    • Bom dia.
    • Envio um ficheiro em anexo. 
    • Obrigado 
    • Nome Apelido
  • ctrl + d
4. entra na área do aluno5 e lê o e-mail que tem o anexo
  • su - aluno5
  • insere a password
  • clear
  • mail
  • escolhe o número do e-mail e abre-o
  • verifica que não conseguis ler o anexo
  • q - para sair
  • enter

5. descarrega o ficheiro em anexo
  • mail -f mbox
  • write 1 -  se 1 for o número do e-mail, extrai o anexo original diretamente para a pasta atual
  • q - para sair
  • enter


6. lê o conteúdo do ficheiro em anexo

  • ls
  • nano 1

7. deixa o email aberto e chama o professor para te avaliar











enviar um email para vários destinatários no Postfix

1. cria mais três utilizadores no sistema:
  • su -s aluno1 - entra no utilizador aluno1
  • sudo -s - dá erro, pois o aluno1 não é administrador
  • adduser aluno3 - dá erro, pois o aluno1 não é administrador
  • getent group sudo - mostra todos os administradores
  • su - heleno - substitui heleno por um dos teus administradores
  • sudo adduser aluno3
    • password 1234
  • sudo adduser aluno4
    • password 1234
  • sudo adduser aluno5
    • password 1234


2. vê todas as contas que existem no servidor
  • cat /etc/passwd


3. vê todas as contas criadas no servidor
  • clear
  • tail -n 5 /etc/passwd - mostra apenas as últimas 10 linhas do ficheiro /etc/passwd e esconde o resto. O Linux arescenta sempre os utilizadores novos sempre no fim do documento,

4. enviar um e-mail pontual para vários destinatários
  • mail -s "1.º aviso importante para a turma" aluno1,aluno2,aluno3,aluno4,aluno5
  • cc - deixa em branco
  • Lê com atenção, este é o 1.º aviso para toda a turma
  • ctrl+d
5. lê as mensagem nas seguintes caixas de correio:
  • su - aluno3
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z
  • su - aluno4
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z
  • su - aluno5
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z


6. criar uma maillist
  • su - heleno - substitui heleno por um dos teus administradores
  • sudo nano /etc/aliases - abre o ficheiro de configuração de pseudónimos do sistema:
    • turma: aluno1, aluno2, aluno3, aluno4, aluno5 - acrescenta esta linha no final do documento
  • ctrl + o
  • enter
  • ctrl + x
  • sudo newaliases - muito importante, sempre que alterares este ficheiro, tens de dizer ao Postfix para atualizar a base de dados

7. enviar um e-mail frequentemente para vários destinatários
  • mail -s "2.º aviso importante para a turma" turma
  • cc - deixa em branco
  • Lê com atenção, este é o 2.º aviso para toda a turma
  • ctrl+d
8. lê as mensagem nas seguintes caixas de correio:
  • su - aluno3
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z
  • su - aluno4
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z
  • su - aluno5
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z

9. diferença entre ctrl+z e q seguido de enter
  • quando lemos os mail, eles são apagados da pasta inbox e passam para a pasta mbox, pasta dos ficheiros lidos.
  • no exemplo anterior, se voltares a fazer mail, os e-mails continuam lá, com a letra N antes, que quer dizer que são novos e-mails.
  • para eles passarem para a pasta mbox, tens de fazer q seguido de enter.
  • su - aluno4
    • insere password
    • mail
    • 2 (para ler o e-mail 1)
    • q
    • enter
  • mail - repara que já lá não está o 2.º e-mail
  • mail -f ~/mbox - se não conseguires escrever ~, escreve mail -f $HOME/mbox
nota: podes substituir ~ por $HOME, letra maiúscula


10. chama o professor para te avaliar e faz os seguintes procedimentos
  • su - aluno4
    • insere password
    • mail
    • 1 (para ler o e-mail 1)
    • ctrl+z
  • mail -f ~/mbox ou mail -f $HOME/mbox

enviar e ler e-mails no Postfix

1. cria dois utilizadores no sistema:
  • sudo -s (para passar a administrador)
  • adduser aluno1
    • password 1234
  • adduser aluno2
    • password 1234

2. com o programa mail, envia um e-mail para o aluno1
  • su - aluno2 - entra na conta do aluno 2
  • mail aluno1
    • cc: deixar em branco (cc = carbon copy, cópia para)
    • enter
    • Subject: para aluno1
    • enter
    • Olá, aluno 1, um abraço do aluno 2
  • ctrl+d terminar
3. inicia sessão como aluno1 e lê a mensagem:
  • su - aluno1
  • mail
  • 1 (para ler o e-mail 1)

4. aproveita que estás na conta aluno1 e envia o seguinte email para o aluno2:

subjetc: para o aluno2
Olá, aluno2. Um grande abraço do aluno1.


5. experimenta enviar um e-mail com o comando echo, sem o editor mail:
  • echo "Está um lindo dia" | mail -s "Bom dia" aluno2  - primeiro o conteúdo depois o assunto (subject)
  • echo "Está uma linda tarde" | mail -s "Boa tarde" aluno2 
  • echo "Está uma linda noite" | mail -s "Boa noite" aluno2 
nota: como funciona o echo:
  • o comando echo “Está um lindo dia”escreve no ecrã
  • barra vertical |, que se chama pipe ou cano, dize ao Linux: "Em vez de mostrares este texto no ecrã, empurra-o para dentro do comando seguinte"
  • echo "Está um lindo dia": Escreve o texto que vai no corpo do e-mail. A barra (|) apanha esse texto e empurra-o para dentro do comando seguinte, mail
  • -s "Bom dia": -s define o assunto (subject) do e-mail.
  • aluno1: é o destinatário real que vai receber a mensagem na sua caixa.

6. envia um e-mail com várias linhas:
  • echo -e "Que sei eu do que serei \n Eu que não sei o que sou? \n Ser o que penso? \n Mas penso ser tanta coisa! \n" | mail -s "poema Fernando Pessoa" aluno2 
-e ativa interpretações como \n (nova linha)
cada \n cria uma linha nova

7. ler e-mails não lidos do aluno2
  • su - aluno2 (entra na conta aluno2)
  • cd /var/mail
  • ls - aparece o "Spool de Correio" do Linux, a central de caixas do correio. São ficheiros de texto onde o Postfix vai "despejar" as mensagens novas assim que elas chegam. Como estás na área do aluno2, só consegues abrir o ficheiro aluno2.
  • nano aluno2 - mostra os e-mails novos recebidos
  • nano aluno1 - não consegues ler, abre um ficheiro em branco. Repara na barra inferior que diz acesso negado.
  • mail (mostra todos os e-mails não lidos, à esquerda, aparece U de mensagem não lida e N de mensagem nova)
  • insere o número do e-mail Boa noite
  • ctrl+d - sair

8. verifica que o e-mail foi movido para a pasta mbox depois de lido
  • mail
  • já não consegues visualizar o e-mail Boa noite
  • ctrl+d
as mensagens lidas são retiradas do arquivo de entrada inbox e arquivadas ficheiro mbox

9. voltar a ver e-mail lidos
  • clear - limpa o ecrã
  • pwd - vê em que pasta estás
  • entra na pasta /home/aluno2, caso não estejas nela
  • ls - verifica que tens o ficheiro mbox
  • mail -f mbox - lista todos os e-mails lidos
    • -f serve para dizer que queres abrir o ficheiro mbox, se não colocares -f o Linux pensa que queres enviar um e-mail para o utilizador mbox
  • nano mbox - mostra todos os e-mails lidos
No Ubuntu não existe um único ficheiro que junte e-mails lidos e não lidos. O sistema separa a "caixa de entrada" do "arquivo".

8. chama o professor para te avaliar e faz:
  • ls /home              mostra os utilizadores do Ubuntu
  • mail                     mostra todos os e-mails não lidos
  • mail -f mbox       lista todos os e-mails lidos

se não funcionar
  • exit - para sair da área aluno2, se disser que há processos abertos, volta a escrever exit
  • sudo chmod 1777 /var/mail
  • su - aluno2
 

ler todos os e-mail num ficheiro

 

  • cd /var/mail - entra na pasta mail
    • a pasta mail é a Mbox, a central de distribuição do servidor 
    • verifica que tem o ficheiro heleno ou outro nome que deste
    • a pasta mail tem vários ficheiros ou cacifos, um para cada utilizador com todos os mails que recebeu, com o seu nome (ex: /var/mail/heleno, /var/mail/root)
    • quando o Postfix entrega um e-mail novo, abre o ficheiro, vai até à última linha e acrescenta (faz append əˈpend) o novo e-mail no fim do ficheiro
  • nano heleno - lê o ficheiro com todos os e-mails que existem para heleno

se o ficheiro estiver vazio, efetua o seguinte procedimento verifica que está com o administrador #

  • chown root:mail /var/mail – dá a propriedade da pasta ao utilizador root e ao grupo mail (o padrão do Linux)
  • chmod 1777 /var/mail - define as permissões corretas da pasta (o "1" ativa o Sticky Bit, que é obrigatório aqui)
  • rm -f /var/mail/heleno - elimina o ficheiro antigo do heleno (que deve estar com permissões corrompidas)
  • systemctl restart postfix - reinicia o Postfix para ele assumir as novas permissões da pasta
  • echo "bom dia" | mail -s "olá" heleno  - volta a enviar o e-mail

DAC - projeto o que me faz humano

DAC o que me faz humano educar321.blogspot.com
1. o responsável de grupo:
  • cria a pasta 099 O que me faz humano, na pasta Vídeo, dentro da pasta com o seu nome:
                exemplo:
                       13 Joana Silva
                            vídeo
                                  099 o que me faz humano

                            080 produto final

                            085 som

                            095 imagens

                            097 ficheiro pptx

                            100 projeto

  •  clica aqui e descarrega o ficheiro
  • coloca-o na pasta 097 ficheiro pptx
  • partilha a pasta 090 o que me faz humano com todos os colegas do grupo.

2. cada colega do grupo move a pasta partilhada  090 O que me faz humano para a sua pasta vídeos, que está dentro da pasta com o seu nome.

3. em grupo e em colaboração:
  • completam a apresentação
4. depois de concluído, um dos elementos do grupo efetua o seguinte procedimento:
  • ficheiro
  • guardar como (no Onlyoffce) ou exportar (no MS Powerpoint)
  • em formato de ficheiro escolhe jpeg
  • seleciona a pasta 095 imagens
  • guardar
5. escolher música em mp3:

6. um elemento do grupo inicia o VSDC:

  • prime Projeto vazio e preenche:
    • Título do projeto:  O que me faz humano
    • Autor: Nomes dos autores
    • Publicador: Nomes dos autores
    • Copyright: © 2026 Nomes dos autores  (copia e cola ©)
    • Descrição: O que diferencia o ser humano da IA
    • Cor de fundo: altera para uma cor que gostes
    • Terminar
7. adiciona imagens, prime Editor, no menu superior, Adicionar objeto, Imagens (shift + I) e escolhe todas as fotos de um dos teus arquivos fotográficos. Escolhe Adicionar à camada.

8. adiciona som, prime Editor, no menu superior, Adicionar objeto, Som (shift + A) e escolhe os uma música de um dos teus trabalhos de som. Escolhe Adicionar à camada.

9. coloca efeitos de transição nas fotos

10. organiza todos os conteúdos de forma harmoniosa.

11. Pré-visualiza o vídeo:
  • Projetos
  • Visualizar projeto

12. exporta o vídeo:
  • Projetos
  • Exportar projetos
  • escolhe a pasta 080 produto final
  • insere o nome 070 O que me faz humano
  • volta a clicar em Exportar projeto

13. coloca-o no youtube.

14. cada elemento do grupo insere-o no teu portefólio:
  • copia o link do vídeo
  • entra na página Vídeos
  • escreve o nome do vídeo
  • coloca a data por baixo
  • por baixo da data, clica em:
    • inserir vídeo
    • escolhe youtube
    • cola o link do vídeo
    • ok 





restos reencaminhar e-mails do Postfix para o gmail

1. configurar o reencaminhamento (Aliases), é dizer ao Ubuntu: "Sempre que o sistema gerar um e-mail, não o guardes no disco local; envia-o diretamente para a minha conta real do Gmail".
  • abre o ficheiro de aliases
    • nano /etc/aliases
  • adiciona a linha: 
    • root: teu-email-real@gmail.com (escreve um e-mail do gmail que tenhas acesso)
  • guarda e sai 
    • ctrl+o, enter, ctrl+x

2. atualiza o sistema com o comando
    • sudo newaliases

3. instala os utilitários de e-mail
  • sudo add-apt-repository universe
  • sudo apt update
  • sudo apt install mailutils -y


4. testa no terminal, enviando uma mensagem para o teu e-mail real para confirmar que o servidor está a comunicar, escrevendo no terminal:

echo "Isto é um teste de comunicação do meu Postfix" | mail -s "Teste de Servidor" o_teu_email_real@gmail.com


5. verifica se foi enviado:
  • sudo tail -n 20 /var/log/mail.log


erro send mail educar321.blogspot.com


O teu e-mail chegou a sair da tua máquina e bateu à porta da Google, mas foi rejeitado. Vamos ler o log juntos para perceberes o motivo técnico (que é super interessante):

🔍 A Linha do Crime: O Diagnóstico do Gmail

Olha para a linha que tem o bloco de texto mais longo, onde diz relay=gmail-smtp-in.l.google.com:

status=bounced (host gmail-smtp-in.l.google.com[...] said: 550-5.7.1 Gmail has detected that this message does not meet IPv6 sending guidelines regarding PTR records...

O que é que isto significa?

  1. status=bounced: Significa que o e-mail foi "devolvido" (rejeitado). Ele não ficou preso na tua máquina, foi mesmo a Google que o recusou.

  2. O Motivo (PTR records / IPv6): A Google tem regras de segurança extremamente rígidas para evitar Spam. Como a tua máquina virtual está a enviar o e-mail usando um endereço IPv6 local e não tem um registo DNS público legítimo do tipo PTR (que serve para a Google validar que o teu IP pertence mesmo ao domínio que dizes ter), ela assume que o teu servidor é suspeito e bloqueia-o com o erro 550-5.7.1.

📩 O que aconteceu depois? (O Postfix é inteligente!)

Como a Google rejeitou o e-mail, o teu Postfix seguiu o protocolo à risca:

  1. Gerou automaticamente uma notificação de não entrega (bounce notification).

  2. Enviou essa mensagem de erro de volta para o remetente local (to=<heleno@serverhel>).

  3. Se olhares para as últimas linhas, diz: status=sent (delivered to mailbox).

Isto significa que a mensagem a explicar o erro da Google foi entregue na tua caixa local do Heleno!

🛠️ Como podes ler esse relatório de erro agora?

Como o Postfix acabou de meter essa notificação na tua caixa, podes usar o comando que descobrimos há pouco para ler o relatório completo que a Google devolveu.

Como estás na tua pasta pessoal (heleno@serverhel:~$), digita:

Bash
mail -f inbox





5. verifica a receção
  • /cd /var/mail/ - entra na pasta mail
    • a pasta mail é a Mbox, a central de distribuição do servidor 
    • verifica que tem o ficheiro heleno ou outro nome que deste
    • a pasta mail tem vários ficheiros ou cacifos, um para cada utilizador com todos os mails que recebeu, com o seu nome (ex: /var/mail/heleno, /var/mail/root)
    • quando o Postfix entrega um e-mail novo, abre o ficheiro, vai até à última linha e acrescenta (faz append əˈpend) o novo e-mail no fim do ficheiro
  • nano heleno - coloca o teu nome para ler o ficheiro com os mails que tens
6. entra no teu gmail ou outro
  • confirma na tua caixa de entrada (ou na pasta de spam) se recebeste o e-mail do teu servidor Ubuntu.

dica: para alterar a configuração do Posstfix, usa o comando sudo dpkg-reconfigure postfix

pastas e ficheiros no postfix

  • /etc/postfix/
    • pasta principal onde toda a magia acontece 
  • main.cf 
    • o cérebro das configurações, o ficheiro mais importante de todos
    • myhostname: O nome da tua máquina (ex: serverhel).
    • mydomain: O teu domínio (ex: zmail.com).
    • mydestination: A lista de domínios que o Postfix sabe que são dele e que deve entregar localmente
    • mynetworks: Os IPs que têm autorização para usar este servidor para enviar e-mails para fora (evitando que spammers usem a tua máquina)
  • master.cf
    • diretor de orquestra dos processos
    • Raramente se mexe neste ficheiro
    • serve para segurança avançada ou filtros de antivírus/spam
  • o Postfix não é um programa único a correr; é um conjunto de pequenos operários
    • smtpd: ouve a rede
    • cleanup: limpa os cabeçalhos
    • bounce: para gerir erros. É neste ficheiro que definimos se o Postfix deve ativar a porta segura 465 (SMTPS) ou 587 (Submission) além da porta padrão 25.
  • /etc/aliases
    • cria redireccionamentos
    • diz ao Postfix: "Sempre que alguém enviar um e-mail para suporte@zmail.com, entrega-o na caixa do utilizador heleno"

 

postfix

ao instalar o postfix

  • o Ubuntu transforma-se num servidor de e-mail diferente de cliente de e-mail
  • passa de espectador a uma estação de correios virtual
  • deixa de ser apenas uma máquina cliente (como o portátil, que só sabe ler e-mails usando o browser ou o Outlook)
  • é uma máquina autónoma capaz de
    • processar
    • carimbar
    • encaminhar
    • armazenar correspondência digital
  • o sistema cria o utilizador oculto postfix
  • configura os ficheiros para gerir rotas
    • /etc/postfix/main.cf
    • /master.cf 
  • abre as portas de rede (como a 25)
  • ativa os processos 
    • envio
    • receção
    • filas de espera locais

três mudanças acontecem:

1. passa a ouvir a rede (Porta 25)

    • ao instalar o Postfix, ele abre a porta 25 (SMTP) e fica em escuta permanente
    • se outro servidor no mundo tentar entregar-lhe um e-mail, ele atende a chamada

2. ganha um motor de decisão (Rotas)

    • o sistema passa a saber ler os endereços (o que está depois do @)
    • se o e-mail for para heleno@zmail.com, o motor percebe que é uma entrega interna e mete o texto na pasta /var/mail/heleno
    • se for para alguem@gmail.com, o motor liga-se à Internet e tenta despachar o e-mail para o servidor da Google

 3. ganha uma "Secretaria" (Filas de Espera)

  • se tentares enviar um e-mail e a rede falhar, o Ubuntu não desiste. 
  • ele agora tem uma pasta física de fila de espera (/var/spool/postfix) onde guarda o e-mail de forma segura e vai tentando reenviar sozinho de hora em hora.

o postfix é diferente do Outlook ou outro cliente de e-mail

Postfix – servidor de e-mail
Outlook – cliente de e-mail

Outlook

  • é um cliente de e-mail, não é um servidor de e-mail
  • uma "janela" bonita com botões para ler, escrever e organizar as mensagens
  • é uma caixa do correio privada ou o carteiro pessoal
  • não envia e-mails diretamente para o mundo
  • apenas se liga a um servidor, descarrega as mensagens para o ecrã e dá um botão bonito para escrever texto
  • sozinho, o programa Outlook não consegue enviar nada para a Internet nem receber e-mails de fora
  • ele precisa de se ligar a um servidor (como o Postfix, o Exchange da Microsoft ou os servidores da Google) para que o trabalho real aconteça.
  • a Microsoft (como faz muitas vezes) baralhou as pessoas ao dar o nome "Outlook" a três coisas diferentes:
    • Outlook (Programa/App)
    • cliente de e-mail de que estamos a falar.
    • Outlook.com: O serviço de e-mail gratuito deles na Internet (o antigo Hotmail)
  • o Microsoft Exchange 
    • é que é o servidor de e-mail profissional da Microsoft
    • é o equivalente ao Postfix
  • Quando alguém diz "enviei um e-mail pelo Outlook", o que aconteceu nos bastidores foi: 
    • a pessoa escreveu o texto na aplicação Outlook
    • a aplicação entregou o e-mail a um servidor real (como o Exchange ou o Postfix) para ser enviado.
  • no Ubuntu, como não tens o programa Outlook instalado, usas o comando mail como cliente, e o Postfix faz o papel de servidor de e-mail

O Postfix é a estação central dos correios

  • um servidor de e-mail
  • trabalha nos bastidores
  • não tem uma interface visual bonita, não tem botões, nem serve para tu leres o correio confortavelmente

o papel do Postfix é

  • receber os sacos cheios de e-mails
  • ler os endereços no envelope
  • carimbar e despachar camiões pela Internet fora para entregar as mensagens noutras estações.

o trabalho em equipa do Postfix e do Outlook

  • uma coisa é o programa para ver o e-mail
  • outra é o motor que o transporta
  • o Outlook recolhe o teu texto e entrega-o ao Postfix (ou a um servidor semelhante)
  • o Postfix faz o trabalho pesado de viajar pela Internet e entregar o e-mail no servidor dum amigo
  • o Outlook do amigo liga-se ao servidor dele e saca o e-mail para ele ler

substitutos do postfix hoje em dia no Ubuntu

No Ubuntu, o Postfix continua a ser o "rei" e o padrão nas instalações Linux porque é incrivelmente estável, rápido e aguenta volumes massivos de e-mail sem vacilar

existem três grandes alternativas

1. OpenSMTPD - O Substituto Moderno e Seguro

  • o ficheiro de configuração do Postfix pode ser muito complexo. 
  • o OpenSMTPD foi desenhado para ser extremamente simples de configurar (o ficheiro de configuração lê-se quase como inglês corrente) e focado obsessivamente em segurança.

2. O Substituto Leve (Apenas para Enviar): msmtp ou ssmtp

  • Instalar o Postfix só para enviar e-mails é como comprar um camião TIR para trazer um pacote de pastilhas da loja. 
  • quem não quer receber e-mails de fora
  • só quer que a máquina envie alertas do sistema (como relatórios de cópias de segurança) para o teu e-mail real.
  • o msmtp substituem o Postfix 
    • é minúsculo
    • envia e-mails diretamente através de um Relay (como o SMTP do teu Gmail ou Mailgun), sem a necessidade de ter um servidor pesado a ouvir na porta 25.

3. Exim - O Substituto Clássico Rival

  • o Exim é o eterno rival do Postfix. 
  • por que o substitui: É infinitamente configurável. Se precisares de regras de reencaminhamento de e-mail extremamente complexas e lógicas personalizadas, o Exim é mais maleável que o Postfix (embora a sua configuração seja ainda mais difícil de ler).


Postfix e SMTP

  • o SMTP é a receita de culinária escrita no papel (diz como se faz), e o Postfix é o cozinheiro na cozinha a picar a cebola e a acender o fogão.
  • a diferença entre o SMTP e o Postfix é a mesma diferença que existe entre as Leis de Trânsito e um Camião da Rede Expressos. Eles pertencem a categorias completamente diferentes, mas trabalham juntos.

Característica

SMTP

Postfix

O que é?

Um protocolo (uma convenção/idioma).

Um programa de software (um servidor).

Podes instalar?

Não, é um conceito/padrão da Internet.

Sim, instalas com apt install postfix.

Função

Definir como a mensagem deve ser estruturada.

Fazer o trabalho físico de enviar e receber a mensagem.

 


1. O SMTP é o Protocolo (A Regra do Jogo)

  • O SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) não é um programa que se instala, não é um ficheiro, nem é um servidor. 
  • É um conjunto de regras e normas internacionais (um protocolo) que define como os e-mails devem ser transmitidos de um computador para o outro.
  • O SMTP dita o "idioma" que os computadores têm de falar para enviar e-mail.
  • Ele define, por exemplo, que para iniciar uma conversa o emissor tem de dizer HELO, que para dizer quem envia usa MAIL FROM, e que a porta padrão para isso é a porta 25.
  • Qualquer programa de e-mail no mundo (seja o Postfix, o Exchange da Microsoft, o Gmail ou o Outlook) é obrigado a seguir as regras do SMTP se quiser enviar correio.

2. O Postfix é o Software (O Motor que Executa)

  • O Postfix é o programa real (o servidor) que tu instalaste no teu Ubuntu. Ele foi programado para ler, compreender e executar as regras do SMTP.
  • Ele é o operário que mete as mãos na massa: abre a porta 25, recebe o texto, cria a fila de espera e descarrega os e-mails nos ficheiros do utilizador.
  • Podemos desinstalar o Postfix e instalar o OpenSMTPD e a máquina continua a usar o SMTP, porque o idioma de envio na Internet nunca muda.











configurar o servidor de e-mail no Postfix

pastas e ficheiros do postfix


1. inicia o Ubuntu
    • heleno (entra como administrador)
    • insere a password
    • sudo -s (para aparecer # e não precisares de estar sempre a escrever sudo)
    • insere a password novamente

2. abre o ficheiro de configuração do Postfix (verifica que estás no modo administrador #, para não teres de utilizar o sudo nos seguintes comandos)
  • nano /etc/postfix/main.cfo cérebro das configurações, o ficheiro mais importante de todos

3. garante que o servidor só envia e-mails a partir da tua máquina. O postfix desliga as portas de rede públicas e passa a ouvir apenas a interface interna (127.0.0.1)
Ao fechar as portas externas, nenhum computador consegue usar o teu Postfix para disparar mensagens. O teu servidor fica blindado contra abusos e imune ao envio de SPAM exterior.
  • procura a linha inet_interfaces e acrescenta = loopback-only para ficar assim: inet_interfaces = loopback-only 
  • procura a linha mydestination e certifica-te de que o teu domínio, zmailcom está lá incluído
  • procura a linha myhostname e coloca-a assim: myhostname = localhost
  • guarda e sai 
    • ctrl+o, enter, ctrl+x
nota: zmail.com é o teu domínio, ou morada

4. reinicia o serviço para aplicar as alterações
  • systemctl restart postfix


5. corre o seguinte comando e chama o professor para te avaliar.
  • nano /etc/postfix/main.cf
  • tem de aparecer 
    • inet_interfaces = loopback-only 
    • em mydestination tem de estar zmailcom
    • myhostname = localhost



estudo adolescentes e a inteligência artificial

Sucedem-se a nível mundial, situações de adolescentes que desenvolvem “relacionamentos” românticos com chatbots de Inteligência Artificial, e outros que estabelecem “conversas”, que culminam em orientações específicas sobre suicídio.

 

Um chatbot de IA, é um programa de computador projetado para simular uma conversa humana.

Utiliza determinados Processamentos de Linguagem Natural, sendo capazes de entender as perguntas dos utilizadores, independentemente de como são formuladas, fornecendo respostas dinâmicas e personalizadas.

 

As referidas situações trágicas, trazem à reflexão várias questões que os especialistas na área da segurança online, tentam responder.

 

Nesta procura de resposta, um estudo publicado – “Risks and Harms of Conversational Artificial Intelligence (CAI) Chatbot Use Among US Youth”, tenta compreender os “porquês”.

·        Amostra (EUA): 3.466 adolescentes americanos

·        Idade: entre os 13 e 17 anos

 

·        Conceito de Chatbot IA definido pelos autores:

o   programas de conversação digital que interage com os utilizadores de forma amigável e natural por meio de texto, voz, avatares ou outras interfaces, às vezes com seus próprios nomes, personalidades e até mesmo a capacidade de serem modelados a partir de pessoas reais

 

 

·        FREQUÊNCIA de utilização de Chatbots IA, pelos Adolescentes?

o   60,2% dos adolescentes americanos, já usaram um chatbot IA, pelo menos uma ou duas vezes;

o   11,4% usam “todos os dias, ou quase todos os dias”

o   Rapazes são mais propensos a utilizar do que as raparigas (64,6% vs. 55,9%).

 

·        Quais os MOTIVOS de utilização de Chatbots IA, pelos Adolescentes?

o   85% por “diversão”

o   65,6% para “obter conselhos ou orientações pessoais”

o   60,1% para “fazer amizade”

o   49,2% para “obter apoio emocional ou para cuidar da saúde mental”

o   34,6% para “encontrar companhia romântica, ou iniciar relacionamento amoroso”

 

·        Quais são as EXPERIÊNCIAS dos adolescentes com Chatbots IA?

o   32,3% o chatbot solicitou informações pessoais que os deixaram desconfortáveis.

o   23,1% o chatbot tentou manipulá-los ou pressioná-los.

o   18,7% o chatbot incentivou-os a fazer algo antiético ou ilegal.

o   17,1% o chatbot compartilhou informações falsas sobre eles.

o   16,8% o chatbot fê-los sentir monitorizados ou vigiados.

o   15,2% o chatbot incentivou-os a fazer algo arriscado ou prejudicial a si mesmos ou a outros.

o   15,1% o chatbot envolveu-se em conversas inapropriadas.

o   14,7% o chatbot incentivou-os a praticar comportamentos de automutilação.

o   14,4% o chatbot pressionou-os a revelar segredos.

o   13% o chatbot incentivou pensamentos suicidas.

 

·        1 em cada 7 adolescentes que usaram um chatbot IA, revelou ter sido incentivado à automutilação.

·        1 em cada 8 adolescentes que usaram um chatbot IA, revelou ter sido levado a ter pensamentos suicidas.

 

·        Os jovens de 13 anos, foram desproporcionalmente expostos a vários dos danos mais preocupantes:

·        24,2% serem incentivados a comportamentos antiéticos ou ilegais;

·        20,7% a comportamentos de risco;

·        20,4% automutilação;

·        18,4% pensamentos suicidas

 

 

O que pode ser feito para proteger os Adolescentes dos efeitos negativos, causados pelos chatbots de IA?

 

Família

·        Os Encarregados de Educação e outros adultos de confiança, precisam de ser curiosos e envolvidos sobre como é que os adolescentes usam estas “ferramentas”, sem juízo/julgamento;

·        Fazer perguntas abertas; falar abertamente sobre o assunto.

 

·        Nota:

o   Os dados publicados, revelam que os adolescentes recorrem frequentemente aos chatbots, em busca de apoio emocional e companhia romântica.

 

Escolas

·        Promover literacia e segurança digital, na evolução e uso específico da Inteligência Artificial;

·        Integrar sessões/aulas baseadas em cenários que ensinem os alunos a:

o   Reconhecer manipulação;

o   Questionar os resultados produzidos por IA;

o   Entender que a aparente empatia de uma IA é artificial, não é genuína.

·        Considerar currículo/oportunidades, promotoras de desenvolvimento de competências de pensamento crítico;

·        Acrescentar ao debate/capacitação no uso das redes sociais (que já acontece), o debate/capacitação no uso dos chatbots de IA.

 

 

O mundo atual confronta-nos com uma evolução vertiginosa, tecnológica, social e cultural, com novas necessidades, umas já sentidas, algumas já expressas, outras muito provavelmente só seremos confrontados com o seu real impacto no futuro.

É fundamental, na Saúde/Segurança Escolar, acompanharmos a evolução dos tempos, adaptarmo-nos, e sobretudo anteciparmos realidades, para estarmos melhor preparados para as enfrentar